sexta-feira, 24 de junho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

4º Aniversário

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Foi no já longinquo dia 12 de junho de 2007, que me iniciei na Blogosfera :

Primeiro, na IOL, com o blog-generalista "Dedo na ferida"

Mais tarde, no Sapo, desdobrei-o em 3 blogs-temáticos :

Sapoência (Culturas)  -  conta com 1363 posts publicados -  57 comentários - 5.170 entradas no Google
Bocas Foleiras (Politicas) -   - com 1361 posts publicados  - 124 comentários - 27.700   "      "       "
Vais aonde (Humores) - - " - com  1316 posts publicados e    74 comentários -   8.270    "     "       "

O que totaliza..................................4040 posts publicados e 255 comentários - 41.540    "      "       "

Para além de, quase tudo o que é publicado nestes blogs, surgir em links no mural do Facebook do seu editor - Picareta Escribante - também poderá encontrar os mesmos artigos, republicados em blogs-homónimos na Blogspot.
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Parabéns, por continuarem a ter pachorra para nos aturarem !
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A Equipa 3P de Redacção,

Picareta Escribante
PicaMarreta
PataNegra

Fotos de Viagens - Lagoa/Carvoeiro/Rocha

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Lagoa :

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Carvoeiro :

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Praia da Rocha :

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Picareta Escribante

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia

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El Desvelado, de Juan Ramón Jiménez :
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¡Mis ojos abiertos!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo!
Mientras estén lejos,
no se han de cerrar
mis ojos abiertos.

Llorarán recuerdos,
hasta hacer un mar
de llanto y deseo.

Un mar sin consuelo,
que me ha de llevar
al desvelo eterno.

No imitan los besos,
ni el dulce cantar,
la ola y el viento.

¡La ola y el viento!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia

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Lagrima, Amalia Rodrigues :
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Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
Jeito de te querer tanto

Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo

Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer

Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia

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BALADA DE LISBOA
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Em cada esquina te vais
Em cada esquina te vejo
Esta é a cidade que tem
Teu nome escrito no cais
A cidade onde desenho
Teu rosto com sol e Tejo

Caravelas te levaram
Caravelas te perderam
Esta é a cidade onde chegas
Nas manhãs de tua ausência
Tão perto de mim tão longe
Tão fora de seres presente

Esta e a cidade onde estás
Como quem não volta mais
Tão dentro de mim tão que
Nunca ninguém por ninguém
Em cada dia regressas
Em cada dia te vais

Em cada rua me foges
Em cada rua te vejo
Tão doente da viagem
Teu rosto de sol e Tejo
Esta é a cidade onde moras
Como quem está de passagem

Às vezes pergunto se
Às vezes pergunto quem
Esta é a cidade onde estás
Com quem nunca mais vem
Tão longe de mim tão perto
Ninguém assim por ninguém

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Manuel Alegre
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