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Abandono, de David Mourão Ferreira :
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
.Soneto XVIII, de William Shakespeare
(interpretado por David Gilmour) :
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(interpretado por David Gilmour) :
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
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Romance de la luna, luna
Frederico Garcia Lorca
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Romance de la luna, luna
Frederico Garcia Lorca
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
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Fado Falado, de Anibal Nazaré, por João Villaret :
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Fado Falado, de Anibal Nazaré, por João Villaret :
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Fotos de Viagens - Ayamonte/Castro Marim/Monchique
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Ayamonte - fachadas :
Castro Marim, visto de Ayamonte :
Ayamonte - Teatro :
Quinta da Fornalha - Castro Marim :
Pôr do Sol na Serra de Monchique :
Ayamonte - fachadas :
Castro Marim, visto de Ayamonte :
Ayamonte - Teatro :
Quinta da Fornalha - Castro Marim :
Pôr do Sol na Serra de Monchique :
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Picareta Escribante
sábado, 11 de junho de 2011
4º Aniversário
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Foi no já longinquo dia 12 de junho de 2007, que me iniciei na Blogosfera :
Primeiro, na IOL, com o blog-generalista "Dedo na ferida"
Mais tarde, no Sapo, desdobrei-o em 3 blogs-temáticos :
Sapoência (Culturas) - conta com 1363 posts publicados - 57 comentários - 5.170 entradas no Google
Bocas Foleiras (Politicas) - - com 1361 posts publicados - 124 comentários - 27.700 " " "
Vais aonde (Humores) - - " - com 1316 posts publicados e 74 comentários - 8.270 " " "
O que totaliza..................................4040 posts publicados e 255 comentários - 41.540 " " "
Para além de, quase tudo o que é publicado nestes blogs, surgir em links no mural do Facebook do seu editor - Picareta Escribante - também poderá encontrar os mesmos artigos, republicados em blogs-homónimos na Blogspot.
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Parabéns, por continuarem a ter pachorra para nos aturarem !
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A Equipa 3P de Redacção,
Picareta Escribante
PicaMarreta
PataNegra
Foi no já longinquo dia 12 de junho de 2007, que me iniciei na Blogosfera :
Primeiro, na IOL, com o blog-generalista "Dedo na ferida"
Mais tarde, no Sapo, desdobrei-o em 3 blogs-temáticos :
Sapoência (Culturas) - conta com 1363 posts publicados - 57 comentários - 5.170 entradas no Google
Bocas Foleiras (Politicas) - - com 1361 posts publicados - 124 comentários - 27.700 " " "
Vais aonde (Humores) - - " - com 1316 posts publicados e 74 comentários - 8.270 " " "
O que totaliza..................................4040 posts publicados e 255 comentários - 41.540 " " "
Para além de, quase tudo o que é publicado nestes blogs, surgir em links no mural do Facebook do seu editor - Picareta Escribante - também poderá encontrar os mesmos artigos, republicados em blogs-homónimos na Blogspot.
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Parabéns, por continuarem a ter pachorra para nos aturarem !
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A Equipa 3P de Redacção,
Picareta Escribante
PicaMarreta
PataNegra
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
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El Desvelado, de Juan Ramón Jiménez :
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¡Mis ojos abiertos!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo!
Mientras estén lejos,
no se han de cerrar
mis ojos abiertos.
Llorarán recuerdos,
hasta hacer un mar
de llanto y deseo.
Un mar sin consuelo,
que me ha de llevar
al desvelo eterno.
No imitan los besos,
ni el dulce cantar,
la ola y el viento.
¡La ola y el viento!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo
El Desvelado, de Juan Ramón Jiménez :
.
¡Mis ojos abiertos!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo!
Mientras estén lejos,
no se han de cerrar
mis ojos abiertos.
Llorarán recuerdos,
hasta hacer un mar
de llanto y deseo.
Un mar sin consuelo,
que me ha de llevar
al desvelo eterno.
No imitan los besos,
ni el dulce cantar,
la ola y el viento.
¡La ola y el viento!
¡Llevadme a la mar,
a ver si me duermo
domingo, 5 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
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Lagrima, Amalia Rodrigues :
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Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
Jeito de te querer tanto
Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo
Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar
Lagrima, Amalia Rodrigues :
.
Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
Já me ficou no meu peito
Jeito de te querer tanto
Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo
Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile no chão
E deixo-me adormecer
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe fazia
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BALADA DE LISBOA
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Em cada esquina te vais
Em cada esquina te vejo
Esta é a cidade que tem
Teu nome escrito no cais
A cidade onde desenho
Teu rosto com sol e Tejo
Caravelas te levaram
Caravelas te perderam
Esta é a cidade onde chegas
Nas manhãs de tua ausência
Tão perto de mim tão longe
Tão fora de seres presente
Esta e a cidade onde estás
Como quem não volta mais
Tão dentro de mim tão que
Nunca ninguém por ninguém
Em cada dia regressas
Em cada dia te vais
Em cada rua me foges
Em cada rua te vejo
Tão doente da viagem
Teu rosto de sol e Tejo
Esta é a cidade onde moras
Como quem está de passagem
Às vezes pergunto se
Às vezes pergunto quem
Esta é a cidade onde estás
Com quem nunca mais vem
Tão longe de mim tão perto
Ninguém assim por ninguém
.
Manuel Alegre
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BALADA DE LISBOA
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Em cada esquina te vais
Em cada esquina te vejo
Esta é a cidade que tem
Teu nome escrito no cais
A cidade onde desenho
Teu rosto com sol e Tejo
Caravelas te levaram
Caravelas te perderam
Esta é a cidade onde chegas
Nas manhãs de tua ausência
Tão perto de mim tão longe
Tão fora de seres presente
Esta e a cidade onde estás
Como quem não volta mais
Tão dentro de mim tão que
Nunca ninguém por ninguém
Em cada dia regressas
Em cada dia te vais
Em cada rua me foges
Em cada rua te vejo
Tão doente da viagem
Teu rosto de sol e Tejo
Esta é a cidade onde moras
Como quem está de passagem
Às vezes pergunto se
Às vezes pergunto quem
Esta é a cidade onde estás
Com quem nunca mais vem
Tão longe de mim tão perto
Ninguém assim por ninguém
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Manuel Alegre
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
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