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Digo que a lua é mulher,
porque muda quando quer,
muda de forma e de cor...
Do que digo, pois faz prova,
essa lua, a «lua nova»,
«lua das noites de amor»!...
Digo que a lua é mulher,
faça ela o que fizer,
já não muda a minha ideia!...
- Viro a esquina, sigo em frente,
mas ela em «quarto crescente»,
se insinua e "pavoneia"...
Digo que a lua é mulher,
pois nada muda sequer,
nesse seu «quarto minguante»!...
Porque enfim, haja o que houver,
sobre uma rua qualquer,
está sempre a lua brilhante!
Digo que a lua é mulher,
porque muda quando quer,
muda de forma e de cor...
Porque ela à noite, ao serão,
penetra em meu coração,
faz de mim um sonhador!...
Digo que a lua é mulher,
faça ela o que fizer,
já não muda a minha ideia...
- Sendo assim não é errado,
que me sinta deslumbrado,
ao olhar a «lua cheia»!
- Mais logo, por sorte a minha,
sei que a lua está sozinha,
vou tentar falar com ela...
Que a lua sai à noitinha,
com uma «saia curtinha»,
com uma «saia amarela»!...
porque muda quando quer,
muda de forma e de cor...
Do que digo, pois faz prova,
essa lua, a «lua nova»,
«lua das noites de amor»!...
Digo que a lua é mulher,
faça ela o que fizer,
já não muda a minha ideia!...
- Viro a esquina, sigo em frente,
mas ela em «quarto crescente»,
se insinua e "pavoneia"...
Digo que a lua é mulher,
pois nada muda sequer,
nesse seu «quarto minguante»!...
Porque enfim, haja o que houver,
sobre uma rua qualquer,
está sempre a lua brilhante!
Digo que a lua é mulher,
porque muda quando quer,
muda de forma e de cor...
Porque ela à noite, ao serão,
penetra em meu coração,
faz de mim um sonhador!...
Digo que a lua é mulher,
faça ela o que fizer,
já não muda a minha ideia...
- Sendo assim não é errado,
que me sinta deslumbrado,
ao olhar a «lua cheia»!
- Mais logo, por sorte a minha,
sei que a lua está sozinha,
vou tentar falar com ela...
Que a lua sai à noitinha,
com uma «saia curtinha»,
com uma «saia amarela»!...
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