terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Efemérides Artísticas do Dia

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- A 5/1/1931 nasce Robert Duvall, ator, produtor e realizador americano :
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Robert Selden Duvall[(San Diego5 de Janeiro de 1931) é um atorprodutor e realiador norte-americano.Foi nomeado para sete Oscars (vencendo um por sua atuação em Tender Mercies), seis Globos de Ouro (quatro vitórias), e tem várias nomeações e uma vitória cada uma no prémio BAFTA, o Screen Actors Guild Award, e dois Emmys, além de receber a Medalha Nacional de Artes em 2005. Já atuou em alguns dos filmes e séries de televisão mais aclamados e populares de todos os tempos, incluindoThe Twilight ZoneTo Kill a MockingbirdThe Outer LimitsTrue GritMASHTHX 1138Joe KiddThe GodfatherThe ConversationThe Godfather: Part IINetworkApocalypse NowTender MerciesThe NaturalColorsLonesome DoveFalling DownThe Apostle, e Get Low.
Começou a aparecer no teatro durante o final da década de 1950, movendo-se para papéis na televisão e cinema no início da década de 1960, atuando como Boo Radley em To Kill a Mockingbird (1962) e aparecendo em Captain Newman, M.D. (1963). Atuou em muitos de seus papéis mais famosos durante o início da década de 1970, como o Major Frank Burns, na comédia de sucesso MASH (1970) e o papel principal em THX 1138 (1971), assim como a adaptação do romance de William FaulknerTomorrow (1972), de Horton Foote, desenvolvido no Actors Studio, sua associação pessoal de cinema favorita, o que foi seguido por uma série de apresentações criticamente louvadas em filmes bem sucedidos comercialmente.
Desde então, Duvall continuou a atuar no cinema e na televisão com produções como Tender Mercies (1983), The Natural (1984), Colors (1988), a mini-série Dove Lonesome (1989), Stalin (1992), The Man Who Captured Eichmann (1996), A Family Thing (1996), The Apostle (1997), A Civil Action (1998), Gods and Generals (2003), Broken Trail (2006), e Get Low (2010).

Filmografia :

A filmografia parcial do ator com filmes, séries e aparições na televisão incluí:
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- Em 5/1/1932 nasceu Umberto Eco, escritor e filósofo italiano :
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Umberto Eco (Alexandria5 de Janeiro de 1932) é um escritorfilósofosemiólogolinguista e bibliófilo italiano de fama internacional. É titular da cadeira de Semiótica (aposentado) e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em HarvardCollège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos académicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreve sobre uma infinidade de temas. Eco é, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa e O pêndulo de Foucault. Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’Espérez pas vous Débarrasser des Livres" .

Bibliografia :

Romances

Ensaios

Obras nas áreas de filosofiasemióticalinguística, estética traduzidas para a língua portuguesa:
  • Obra aberta (1962)
  • Diário mínimo (1963)
  • Apocalípticos e integrados (1964)
  • A definição da arte (1968)
  • A estrutura ausente (1968)
  • As formas do conteúdo (1971)
  • Mentiras que parecem verdades (1972) (co-autoria de Marisa Bonazzi)
  • O super-homem de massa (1978)
  • Lector in fábula (1979)
  • A semiotic Landscape. Panorama sémiotique. Proceedings of the Ist Congress of the International Association for Semiotic Studies (1979) (co-autoria de Seymour Chatman e Jean-Marie Klinkenberg).
  • Viagem na irrealidade cotidiana (1983)
  • O conceito de texto (1984)
  • Semiótica e filosofia da linguagem (1984)
  • Sobre o espelho e outros ensaios (1985)
  • Arte e beleza na estética medieval (1987)
  • Os limites da interpretação (1990)
  • O signo de três (1991*) (co-autoria de Thomas A. Sebeok)
  • Segundo diário mínimo (1992)
  • Interpretação e superinterpretação (1992)
  • Seis passeios pelos bosques da ficção (1994)
  • Como se faz uma tese (1995*)
  • Kant e o ornitorrinco (1997)
  • Cinco escritos morais (1997)
  • Entre a mentira e a ironia (1998)
  • Em que creem os que não creem? (1999*) (co-autoria de Carlo Maria Martini)
  • A busca da língua perfeita (2001*)
  • Sobre a literatura (2002)
  • Quase a mesma coisa (2003)
  • História da beleza (2004) (direcção)
  • La production des signes (2005 em francês)
  • Le signe (2005; em francês)
  • Storia della Brutezza (2007). Em Portugal, traduzido como História do feio e , no Brasil, como História da Feiúra.
  • Dall'albero al labirinto (2007)
  • A vertigem das listas (2009)
  • Não contem com o fim do livro (2010*) (co-autoria de Jean-Claude Carrière)
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M. Oliveira

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