segunda-feira, 11 de junho de 2012

Uma Poesia por dia, nem sabe o bem que lhe faria - Emily Bronte

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Death, that struck when I was most confiding - Emily Bronte :
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Morte

Morte! Que me feriste quando eu estava confiante
Na minha fé cega da alegria de ser -
Atacas novamente e cortas do Tempo os ramos ressecados
A partir da raiz fresca da eternidade!

Folhas, no ramo do Tempo cresciam intensamente,
Cheias de seiva, cheias de orvalho de prata;
Pássaros sob o seu abrigo noturno se reuniam;
De dia as abelhas selvagens rodeavam suas flores.

A tristeza passou e arrancou a flor de ouro;
Depois a culpa tirou o orgulho da folhagem;
Mas o Pai generoso que lhe tinham dado nascimento,
Fluiu para sempre a vida restaurada.

Pouco chorei pela alegria desaparecida,
Sobre o ninho morto o silencio era a canção -
A esperança estava lá e riu da tristeza,
Sussurrando: “O inverno não vai demorar”!

E eis! Com enorme bênção,
A primavera mutiplicou os seus favores;
O vento, a chuva, o calor ardente, acariciavam,
Derramando glória naquele dois de Maio!

No alto a morte alada não pode tocar;

O pecado fugiu diante do brilho de seus raios;
O amor, sua vida, tinham poder para mantê-lo
Do erro, de cada praga, porém tuas!
Cruel morte! As folhas jovens estão enfraquecidas;

O ar da noite ainda pode restaurá-las -
Não! O sol da manhã zomba da minha angústia -
O Tempo para mim não deve mais florescer!

Golpeá-la para para baixo, que outros ramos poderão florescer
Onde pereceu o broto usado para ser;
Ao menos, este corpo vai na poeira nutrir
Isso de onde surgiu – Eternity.

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