.
.
O quid (essência) a descoberto :Antes começava vendo restos de maresiabastante bem encaminhadoa oferecer-me a economia do infinito—estou economizando infinito desde muito tarde—e entre as coisas ostensivas repetia“hoje o nada está incógnito”.Mas agora desvio uma virtualidadeque é solidária consigo mesmaum equilíbrio patéticouma história antes mesmo de ser planejadae não é mais um emissor de vapor e terraou mecânica de mar alevantadonem de duna sutil por agregação do ventoem benefício destilado do oásisAgora é um aflorar das cordas vocaiscomo se isso fosse esclarecer o temperamento do enigmacomo se deveras agisse em torno do alambiquede profunda e atraente vida perimetralviandante de espaço perolífero te disparei caladamenteelevei meu protesto aos que batem a asa furiosamente a esmoe ofereço este diafragma aberto a toda solicitudea todo cálice que torna a detonar o próximo timãoComo sair invictos se o por quê é uma coerência que desmascarao caminho do regresso?Porque o favo de sílaba é menos improvisadoo sopro do transponto mais usuala técnica destilatória que borbulha e pule a catástrofee as lentes de aproximação.Indagar o de antes e agora é palpar bem às claraso tição da auroraatar o mais indesatávelincitar junto à pátina das palmas da mãoou estalar desta para melhor minha zona de tangênciaempurrando sobre as visíveis sendas dos dias ímparesda suscitaçãoporque hoje o quidtambém força para ficar incógnito

Sem comentários:
Enviar um comentário