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Ao Poeta perguntei :
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Ao poeta perguntei
Como é que os versos assim aparecem?
Disse-me só: Eu cá não sei
São coisas que me acontecem
Sei que nos versos que fiz
Vivem motivos dos mais diversos
E também sei que sempre feliz
Não saberia fazer os versos
Ó meu amigo, não pense que a poesia
É só a caligrafia num perfeito alinhamento
As rimas são assim como um coração
E que a cada pulsação
Recorda sofrimento
E nos meus versos pode não haver medida
Mas o que há sempre são coisas da própria vida
Fiz versos como faz dia
A luz do sol sempre ao nascer
Eu fiz os versos porque os fazia
Sem me lembrar de os fazer
Com a expressão e os jeitos
Que pra cantar se vão dando a voz
Todos os versos andam já feitos
De brincadeira dentro de nós
Como é que os versos assim aparecem?
Disse-me só: Eu cá não sei
São coisas que me acontecem
Sei que nos versos que fiz
Vivem motivos dos mais diversos
E também sei que sempre feliz
Não saberia fazer os versos
Ó meu amigo, não pense que a poesia
É só a caligrafia num perfeito alinhamento
As rimas são assim como um coração
E que a cada pulsação
Recorda sofrimento
E nos meus versos pode não haver medida
Mas o que há sempre são coisas da própria vida
Fiz versos como faz dia
A luz do sol sempre ao nascer
Eu fiz os versos porque os fazia
Sem me lembrar de os fazer
Com a expressão e os jeitos
Que pra cantar se vão dando a voz
Todos os versos andam já feitos
De brincadeira dentro de nós
Alberto Janes
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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)
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NelitOlivas
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