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- A 6/11/1854 nasce John Philip Sousa, compositor e maestro americano (f. 1932) :
John Philip Sousa (Washington, 6 de Novembro de 1854 — Reading, 6 de Março de 1932) foi um compositor e maestro de banda norte-americano, do romantismo tardio, popularmente conhecido como O Rei das Marchas, como The Stars and Stripes Forever, marcha oficial dos Estados Unidos. A sua produção musical inclui cerca de 15 operetas e várias canções. Conhecido por ter idealizado e dado nome ao Sousafone.
Obras
Marchas :
- "The Gladiator March" (1886)
- "Semper Fidelis" (1888) (Marcha Oficial da United States Marine Corps)
- "The Washington Post" (1889)
- "The Thunderer" (1889)
- "High School Cadets" (1890)
- "The Loyal Legion" (1890)
- "The Liberty Bell" (1893) (créditos para Monty Python's Flying Circus)
- "Manhattan Beach March" (1893)
- "King Cotton" (1895)
- "Stars and Stripes Forever" (1896) (Marcha Nacional dos Estados Unidos)
- "El Capitan" (1896)
- "Hands Across the Sea" (dedicada á banda da Virginia Tech Corps of Cadets - a Highty-Tighties)(1899)
- "Hail to the Spirit of Liberty" March (1900)
- "Invincible Eagle" (1901) (Dedicada a Pan-American Buffalo Exposition)
- "Fairest of the Fair" (1908)
- "Glory of the Yankee Navy" (1909)
- "U.S. Field Artillery" (1917) (version alterada The Army Goes Rolling Along é a banda oficial da U.S. Army)
- "Who's Who in Navy Blue" (1920)
- "The Gallant Seventh" (1922)
- "Nobles of the Mystic Shrine" (1923)
- "The Black Horse Troop" (1924)
- "Pride of the Wolverines" (1926)
- "Minnesota March" (1927)
Escreveu marchas de várias universidades americanas, incluindo Kansas State University, University of Nebraska, Marquette University, e University of Minnesota.
Operetas :
- The Queen of Hearts (1885), ou Royalty and Roguery
- The Smugglers (1862)
- Désirée (1873)
- El Capitan (1989)
- The Bride Elect (1897), libreto de Sousa.
- The Charlatan (1898), ou The Mystical Miss,[3]
- Chris and the Wonderful Lamp (1899)
- The Free Lance (1905)
- The American Maid (1909), ou The Glass Blowers
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Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.
Prémios :
- 1964 - Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores, atribuído a Livro Sexto.
- 1977 - Prémio Teixeira de Pascoaes
- 1979 – Medalha de Verneil da Societé de Encouragement au Progrés, de França
- 1983 - Prémio da Crítica, do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, pelo conjunto da sua obra
- 1989 - Prémio D. Dinis, da Fundação da Casa de Mateus
- 1990 - Grande Prémio de Poesia Inasset / Inapa
- 1992 - Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças
- 1994 - Prémio cinquenta anos de Vida Literária, da Associação Portuguesa de Escritores
- 1995 - Prémio Petrarca Associação de Editores Italianos
- 1995 – Homenagem de Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisboa, pelo cinquentenário da publicação do primeiro livro Poesia
- 1995 - Outubro – Placa de Honra do Prémio Francesco Petrarca, Pádua, Itália
- 1996 - Homenageada do Carrefour des Littératures, na IV Primavera Portuguesa de Bordéus e da Aquitânia
- 1998 - Prémio da Fundação Luís Miguel Nava
- 1999 - Prémio Camões (primeira mulher portuguesa a recebê-lo)
- 2000 - Prémio Rosalia de Castro, do Pen Clube Galego
- 2001 - Prémio Max Jacob Étrange
- 2003 - Prémio Rainha Sophia de Poesia Ibero-americana.
Condecorações :
Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal (9 de Abril de 1981)
Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal (13 de Fevereiro de 1987)
Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal (6 de Junho de 1998)
Homenagens :
- 2009 - Foi dado o seu nome, Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen ao antigo Miradouro da Graça, em Lisboa e inaugurado um busto, réplica do busto criado pelo escultor António Duarte em 1950.[32]
- 2011 - Busto na Quinta do Campo Alegre ou Casa dos Andresen em Lordelo do Ouro, actual Jardim Botânico do Porto.[33]
- 2014 - O seu corpo é trasladado para o Panteão Nacional.
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M. Oliveira


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