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A mulher do fim do mundo Dá de comer às roseiras, Dá de beber às estátuas, Dá de sonhar aos poetas. . A mulher do fim do mundo Chama a luz com assobio, Faz a virgem virar pedra, Cura a tempestade, Desvia o curso dos sonhos, Escreve cartas aos rios, Me puxa do sono eterno Para os seus braços que cantam. |
(retirado, com a devida vénia, de "Horizonte")

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