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HOMEM SÓ, MEU IRMÃO :
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Tu, a quem a vida pouco deu,
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos...
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos, homem só, meu irmão!
Tu, que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento,
inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento, homem só, meu irmão!
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste -- dura solidão --
faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado, homem só, meu irmão!
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Tu, a quem a vida pouco deu,
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos...
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos, homem só, meu irmão!
Tu, que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento,
inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento, homem só, meu irmão!
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste -- dura solidão --
faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado, homem só, meu irmão!
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Luiz Goes
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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do Artº 75 do Código do Direito do Autor)
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NelitOlivas
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